bpStack

Um mapa vivo do portfólio técnico para empresas que precisam conectar produtos, repositórios, arquitetura, dependências e planos de versão sem criar mais uma camada de microgestão.

Índice

  1. O problema
  2. O que é
  3. O que organiza
  4. Como funciona no beta
  5. O que está no beta
  6. O que não é
  7. Para quem é
  8. Como entra em uma consultoria
  9. Acesso beta

O bpStack é uma plataforma em beta controlado da BP STRAT para apoiar consultorias, lideranças técnicas e organizações com múltiplos repositórios, produtos digitais e dependências arquiteturais pouco visíveis.

Ele foi desenhado para responder uma pergunta simples: o que existe no portfólio técnico, como as partes se conectam e qual contexto precisa estar disponível para decisões humanas e agentes de IA?

O problema

Empresas com dezenas de repositórios frequentemente perdem clareza sobre:

  • quais produtos existem
  • quais projetos sustentam cada produto
  • quais repositórios fazem parte de cada frente
  • quem depende de quem
  • quais tecnologias são realmente usadas
  • quais riscos, dúvidas e decisões estão abertos
  • quais itens estão previstos em uma versão
  • qual contexto técnico deve ser entregue para agentes de IA trabalharem com segurança

Essa falta de visão cria dependência excessiva de pessoas específicas, aumenta o custo de onboarding, enfraquece decisões arquiteturais e dificulta priorização técnica.

O que é

bpStack é um gestor minimalista de portfólio técnico.

Ele conecta:

  • produtos
  • projetos e repositórios
  • arquitetura C4 até visão de containers
  • dependências entre projetos
  • stack tecnológica observada
  • comentários, riscos, dúvidas e decisões
  • planos de versão
  • contexto para agentes via MCP

O objetivo não é substituir ferramentas de execução. O bpStack atua como uma camada de inventário, navegação e contexto para decisões técnicas.

O que organiza

No modelo atual, a hierarquia principal é:

1
2
3
4
5
6
Cliente
└── Produto
    └── Projeto
        └── Repositório
        └── Sistema C4
            └── Containers

A plataforma permite relacionar produtos, projetos, arquitetura declarada, tecnologias e planos de evolução em uma visão comum para liderança, arquitetura e engenharia.

Como funciona no beta

O beta trabalha com uso assistido e escopo controlado.

O fluxo típico é:

  1. A organização define produtos e projetos relevantes.
  2. Cada projeto recebe metadados essenciais e, quando disponível, um workspace.dsl.
  3. O bpStack processa a arquitetura declarada via C4 Parser Service.
  4. A plataforma renderiza visualizações de contexto e containers.
  5. Tecnologias, relações, anotações e planos de versão passam a compor o mapa do portfólio.
  6. O contexto pode ser consultado por humanos e por agentes via MCP read-only.

O que está no beta

  • Cadastro de produtos e projetos
  • Ingestão de Structurizr DSL por projeto
  • Integração com C4 Parser Service
  • Visualização C4 até Container View
  • Links entre projetos quando a arquitetura declara chaves estáveis
  • Stack Radar inicial
  • Comentários, riscos, dúvidas e decisões
  • Planos de versão simples
  • MCP Server read-only para contexto técnico
  • Instrumentação com OpenTelemetry para operações críticas

O que não é

O bpStack não pretende virar:

  • Jira
  • Kanban
  • sprint board
  • task tracker
  • SonarQube
  • CMDB pesada
  • Structurizr completo
  • ferramenta genérica de diagramas

Essa escolha é deliberada. A plataforma existe para dar clareza de portfólio técnico, não para controlar a execução diária dos times.

Para quem é

  • Empresas com 20 a 60 repositórios ou mais
  • CTOs e Heads de Engenharia que precisam de visão de portfólio
  • Arquitetos que precisam conectar sistemas, containers e dependências
  • Consultorias que precisam diagnosticar ambientes técnicos rapidamente
  • Times que querem preparar contexto confiável para agentes de IA

Como entra em uma consultoria

O bpStack pode apoiar diagnósticos e programas de evolução técnica como uma camada de evidência.

Ele ajuda a:

  • acelerar leitura de ambiente
  • reduzir entrevistas repetitivas sobre sistemas e dependências
  • registrar decisões e riscos junto ao contexto técnico
  • conectar arquitetura com plano de versão
  • tornar o contexto mais reutilizável por agentes e especialistas

Acesso beta

O acesso ao beta é controlado e indicado para organizações que aceitam começar com um recorte do portfólio técnico.

O ponto de partida recomendado é escolher um produto, seus principais projetos e um conjunto pequeno de repositórios para mapear dependências, arquitetura e plano de evolução.

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