bpStack
Um mapa vivo do portfólio técnico para empresas que precisam conectar produtos, repositórios, arquitetura, dependências e planos de versão sem criar mais uma camada de microgestão.
Índice
- O problema
- O que é
- O que organiza
- Como funciona no beta
- O que está no beta
- O que não é
- Para quem é
- Como entra em uma consultoria
- Acesso beta
O bpStack é uma plataforma em beta controlado da BP STRAT para apoiar consultorias, lideranças técnicas e organizações com múltiplos repositórios, produtos digitais e dependências arquiteturais pouco visíveis.
Ele foi desenhado para responder uma pergunta simples: o que existe no portfólio técnico, como as partes se conectam e qual contexto precisa estar disponível para decisões humanas e agentes de IA?
O problema
Empresas com dezenas de repositórios frequentemente perdem clareza sobre:
- quais produtos existem
- quais projetos sustentam cada produto
- quais repositórios fazem parte de cada frente
- quem depende de quem
- quais tecnologias são realmente usadas
- quais riscos, dúvidas e decisões estão abertos
- quais itens estão previstos em uma versão
- qual contexto técnico deve ser entregue para agentes de IA trabalharem com segurança
Essa falta de visão cria dependência excessiva de pessoas específicas, aumenta o custo de onboarding, enfraquece decisões arquiteturais e dificulta priorização técnica.
O que é
bpStack é um gestor minimalista de portfólio técnico.
Ele conecta:
- produtos
- projetos e repositórios
- arquitetura C4 até visão de containers
- dependências entre projetos
- stack tecnológica observada
- comentários, riscos, dúvidas e decisões
- planos de versão
- contexto para agentes via MCP
O objetivo não é substituir ferramentas de execução. O bpStack atua como uma camada de inventário, navegação e contexto para decisões técnicas.
O que organiza
No modelo atual, a hierarquia principal é:
1
2
3
4
5
6
Cliente
└── Produto
└── Projeto
└── Repositório
└── Sistema C4
└── Containers
A plataforma permite relacionar produtos, projetos, arquitetura declarada, tecnologias e planos de evolução em uma visão comum para liderança, arquitetura e engenharia.
Como funciona no beta
O beta trabalha com uso assistido e escopo controlado.
O fluxo típico é:
- A organização define produtos e projetos relevantes.
- Cada projeto recebe metadados essenciais e, quando disponível, um
workspace.dsl. - O bpStack processa a arquitetura declarada via C4 Parser Service.
- A plataforma renderiza visualizações de contexto e containers.
- Tecnologias, relações, anotações e planos de versão passam a compor o mapa do portfólio.
- O contexto pode ser consultado por humanos e por agentes via MCP read-only.
O que está no beta
- Cadastro de produtos e projetos
- Ingestão de Structurizr DSL por projeto
- Integração com C4 Parser Service
- Visualização C4 até Container View
- Links entre projetos quando a arquitetura declara chaves estáveis
- Stack Radar inicial
- Comentários, riscos, dúvidas e decisões
- Planos de versão simples
- MCP Server read-only para contexto técnico
- Instrumentação com OpenTelemetry para operações críticas
O que não é
O bpStack não pretende virar:
- Jira
- Kanban
- sprint board
- task tracker
- SonarQube
- CMDB pesada
- Structurizr completo
- ferramenta genérica de diagramas
Essa escolha é deliberada. A plataforma existe para dar clareza de portfólio técnico, não para controlar a execução diária dos times.
Para quem é
- Empresas com 20 a 60 repositórios ou mais
- CTOs e Heads de Engenharia que precisam de visão de portfólio
- Arquitetos que precisam conectar sistemas, containers e dependências
- Consultorias que precisam diagnosticar ambientes técnicos rapidamente
- Times que querem preparar contexto confiável para agentes de IA
Como entra em uma consultoria
O bpStack pode apoiar diagnósticos e programas de evolução técnica como uma camada de evidência.
Ele ajuda a:
- acelerar leitura de ambiente
- reduzir entrevistas repetitivas sobre sistemas e dependências
- registrar decisões e riscos junto ao contexto técnico
- conectar arquitetura com plano de versão
- tornar o contexto mais reutilizável por agentes e especialistas
Acesso beta
O acesso ao beta é controlado e indicado para organizações que aceitam começar com um recorte do portfólio técnico.
O ponto de partida recomendado é escolher um produto, seus principais projetos e um conjunto pequeno de repositórios para mapear dependências, arquitetura e plano de evolução.